terça-feira, 28 de abril de 2009

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Vik muniz no MAM


MUSEU DE ARTE MODERNA DO RIO DE JANEIRO• Chega ao Brasil a exposição “Vik”, de Vik Muniz, composta por 131 trabalhos do artista brasileiro radicado nos Estados Unidos. A mostra já passou pelo MoMA (NY), Museum of Fine Arts (Miami) e por países como México e Canadá. Vik Muniz ganhou fama ao trabalhar com materiais como açúcar, geléia, lixo e diamantes. Em abril, a mostra chega ao MASP, em São Paulo/SP (de 23/01/09 a 08/03/09). • O museu traz mostra do artista finlandês Osmo Rauhala. O evento realizado em parceiria entre o MAM e o museu finlandês Espoon Museum of Modern Art (EMMA) abre no Brasil as comemorações dos 80 anos de imigração finlandesa. São apresentadas 10 pinturas e cinco vídeo-instalações (de 22/01/09 a 01/03/09). • Com acervo de 11 mil peças, a maior parte formada por obras do colecionador Gilberto Chateaubriand, o museu tem projeto arquitetônico de Afonso Eduardo Reidy e paisagístico de Roberto Burle Marx. • A mostra Coleção Gilberto Chateubriand traz grandes nomes e obras do modernismo Brasileiro (exposição permanente).


Parque do Flamengo: av. Infante Dom Henrique, 85, tels. (21) 2240-4944 / 4924. Ter. a sex., 12h/18h; sáb., dom. e fer., 12h/19h. R$ 5 e R$ 2 (estudantes e maiores de 60 anos). Grátis para crianças de até 12 anos. Aos domingos, ingresso-família a R$ 5 por grupo. www.mamrio.org.br

BURLE MARX NO PAÇO IMPERIAL

A mostra “Roberto Burle Marx - 100 Anos – a Permanência do Instável” comemora o centenário de nascimento do arquiteto, paisagista e artista plástico paulistano Roberto Burle Marx (1909-1994). São pinturas, desenhos, esculturas, tapeçarias, jóias e cenários e figurinos teatrais. Um dos destaques da exposição é a tapeçaria de 26m por 3,5m desenhada por Burle Marx na década de 1960 e pertencente à prefeitura de Santo André (SP), obra que desde 1969 saiu da cidade paulista apenas uma vez, em 1973, para uma mostra na Fundação Calouste Gulbekian, em Lisboa, Portugal (de 11/12/08 a 22/03/09).


PAÇO IMPERIAL -Praça XV de Novembro, 48, Rio de Janeiro
tels. (21) 2533-4491 / 7762 / 4407. Ter. a dom., 12h/18h. www.pacoimperial.com.br



terça-feira, 9 de dezembro de 2008

COMEMORAÇÃO DO DIA DO ARQUITETO (11/12)

O IAB/JF programou 3 atividades para que os arquitetos(as) e estudantes de arquitetura possam se encontrar trocar experiencias e bater um bom papo.

COMPAREÇA! DIVULGUE!

Dia 10.12 - 4ª feira - Palestra Patrimônio Modermo, com o Grupo REARQ, do Curso de Arquitetura da UFJF;às 19 horas, no Anfiteatro João Carriço, à Av. Barão do Rio Branco, 2234 - 3º andar;

Dia 11.12 - 5ª feira - filme A Vida é um sopro, sobre a vida e os projetos de Oscar Niemeyer - no Anfiteatro João Carriço, às 20 horas, à Av. Barão do Rio Branco, 2234 - 3º andar;

Dia 12.12 - 6ª feira - happy hour dos arquitetos(as) e estudantes de arquitetura no Bar da Fábrica, a partir 19 horas.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

X Seminário de Iniciação Científica do CES/JF. 21Nov2008.


Alunos do curso de Arquitetura e Urbanismo/CES
apresentando alguns dos projetos de pesquisa que
estão sendo desenvolvidos no ano de 2008.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

A polêmica...Uma deixa para os alunos de PA VIII


Ameaçado de demolição o Museu Ara Pacis, em Roma – projetado por Richard Meier e inaugurado há apenas 2 anos –, primeiro edifício moderno construído no Centro histórico da 'Cidade Eterna'. Gianni Alemanno, o novo Prefeito direitista da città, prometeu, ao assumir o cargo em abril, pô-lo abaixo por falta de "compatibilidade" com o entorno. Já o Ministério da Cultura sugere uma manobra menos radical: a demolição de um muro projetado por Méier, e o rebaixamento de outro, visando liberar a vista para as igrejas barrocas que lhe estão por trás, e que foram escondidas pelo novo museu. O museu "é feio e excessivo… uma bofetada na cara dos cidadãos romanos", fulminou o Subsecretário do Ministério, Francesco Maria Giro. O edifício de Meier funciona como um relicário, abrigando o Ara Pacis, um altar sacrifical do século I aC, encomendado pelo Imperador Augustus e dedicado à paz nos campos de França e Espanha. A revolta contra a obra é tanta que Vittorio Sgarbi, um crítico de Arte sem papas na língua, qualificou-a de "cloaca indecente: um cruzamento de posto de gasolina com pizzaria" !
O muro da discórdia, o 'Ara/posto/pizzaria/Pacis' e as igrejas ocultas,para quem está na rua, à esquerda.Crédito: lui40 in www.flickr.com

domingo, 23 de novembro de 2008

Interverção no CES

Imagens do trabalho final de Estudo da forma II - 2008



segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Portal concursos de projeto

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Está no ar o portal concursosdeprojeto.org .

O objetivo do portal é a socialização de informações sobre concursos de projeto sob as mais diversas óticas, incluindo debates, pesquisas, artigos, publicações e links diversos. A idéia é reunir informações sobre o tema no Brasil e no panorama internacional, assim como oferecer um espaço para a discussão sobre os concursos de projeto e suas implicações no meio acadêmico, profissional, na administração pública, entre outros potenciais interessados.

O portal aguarda sua visita, seus comentários, sugestões e participação.

coordenação do portal:
Fabiano Sobreira
fabiano.sobreira@gmail.com
www.fabianosobreira.blogspot.com

parceiros institucionais:
docomomo - Brasília

LEAP - École d'architecture - Université de Montréal
Movimento Preservar

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Lançamento livro ARQUITETURA CONSTRUTIVISTA - URSS 1917-1936

ARQUITETURA CONSTRUTIVISTA - URSS 1917-1936
autor: VITTORIO DE FEO

Clique aqui para ver um slide show de 34 páginas do livro



"Prefácio


(...) Na Europa desses anos podemos distinguir quatro centros principais cuja influência para esse desenvolvimento foi excepcional, a saber: França, Alemanha, Países Baixos e União Soviética. Porém, enquanto que os três primeiros foram estudados, em profundidade, durante várias décadas - de modo que, praticamente, todos os fatos significativos e desenvolvimentos correspondentes tornaram-se elementos definidores de nossa história corrente -, os progressos arquitetônicos soviéticos, dos anos de 1920, receberam muito menos atenção.


Isso, normalmente, levou a uma subavaliação do papel dos soviéticos na arquitetura do século XX. Pior ainda, nos impediu de alcançar uma visão objetiva de séries inteiras de processos complexos e contraditórios dentro do desenvolvimento dessa nova arquitetura. Não se pode negar a verdade do que Vittorio De Feo escreveu no prefácio do seu livro, publicado em Roma, em 1963, sobre a arquitetura soviética dos anos de 1917-36: 'Um vazio significativo é aqui revelado na história da arquitetura contemporânea, e muitas questões essenciais permanecerão sem resposta até que este vazio seja preenchido.' "


Extraído de: KHAN-MAGOMEDOV, Selim Omarovitch. Pioniere der sowjetischen Architektur. Dresden: VEB Verlag der Kunst, 1983. Pioneers of Soviet Architecture. London: Thames and Hudson, 1987

"Avvertenza dell'autore


(…)


Le iniziative più interessanti. - per limitarsi alla sola Italia, ove tuttavia l'attenzione verso la cultura russa sembra più viva che altrove - sono state quelle del numero monografico di " Casabella " dedicato all'architettura russa dal costruttivismo ad oggi (1962, n. 262) e del volume di Vittorio De Feo URSS Architettura 1917-1936 (Roma 1963) in cui, pure, veniva denunciata come grande lacuna della storiografia artistica moderna la mancata conoscenza della letteratura sul e del costruttivismo. "


Extraído de: QUILICI, Vieri. L'architettura del costruttivismo. Bari: Editori Riuniti, 1969


ALEXANDER SILCHENKOV Projeto sede da Direção da Indústria e Comércio. Maquete, 1928

Notas do Editor e Tradutor

A primeira obra, editada no Ocidente, a tratar, após trinta anos de silêncio e indiferença, da arquitetura russa de vanguarda.

A obra de Vittorio De Feo é citada por todos os historiadores que se dedicaram, após sua iniciativa pioneira, a analisar o fenômeno - gigantesco e vergonhoso vazio da historiografia ocidental - que foi a vanguarda russa e que, em parte, graças à sua corajosa empreitada, é, atualmente, considerada a mais importante contribuição às artes do século XX.

Com emoção e grandeza, Vittorio De Feo retrata a multiplicação incontrolável dos eventos artísticos e culturais que, logo após a revolução bolchevique, invadiriam as praças, ruas, avenidas, carros, bondes e embarcações, nos chamados agit-prop, espalhando-se por todo o país.

O fenômeno, sem paralelo na história da humanidade, transformaria um país fundamentalmente agrário numa potência emergente e, para além dos experimentos estéticos inovadores em todos os campos da arte e arquitetura, lá seriam realizadas as primeiras experiências de industrialização, em larga escala, para a construção de novas cidades.

Tal fato despertaria o interesse imediato dos mais importantes arquitetos e urbanistas do Ocidente que acorreriam para conferir, in loco, estas monumentais realizações e participar dos concursos internacionais lá organizados e, até mesmo, colaborar ativamente como o fizeram Hannes Mayer, Ernest May e Bruno Taut.

Ao romper as fronteiras geográficas, a divulgação das idéias e métodos de ensino do Vkhutemas - instituto que abrigava oito faculdades em sua estrutura físico-pedagógica -, acarretaria, seja através de Malevich ou Lissitzky que deram palestras, publicaram obras e expuseram suas obras na Alemanha seja por meio de Kandinsky ou Moholy Nagy, que lecionaram na Bauhaus aplicando os métodos desenvolvidos no Vkhutemas, no fato, já comprovado pelo historiador Kenneth Frampton, de que, a partir de 1923, graças às correspondências havidas entre Rodchenko e Moholy Nagy, a Bauhaus ficou sob direta influência do Vkhutemas.

Apesar do desfecho trágico das artes e arquitetura soviéticas, com a decretação oficial do fim das vanguardas e a subseqüente imposição do realismo socialista - monstrengo stalinista de inspiração neo-clássica greco-romana, corajosamente narrado por Vittorio De Feo após o silêncio ensurdecedor de trinta anos do establishment e, pasmem, das esquerdas, que também silenciaram apoiando, irresponsavelmente, o que restou de um comunismo degenerado em comuno-fascismo de um dos maiores genocidas da história moderna, haja vista a arte e a arquitetura de idêntico teor ter sido adotada na Alemanha nazi-fascista com o fim da Bauhaus - o legado do período genuinamente comunista acabaria por influenciar e revolucionar, ainda que por via indireta, as artes e a arquitetura do século XX.

Daí a urgência dessa recuperação histórica que, quiçá, venha a ser um passo adiante na gigantesca mas necessária tarefa de reescrever a história das artes e da arquitetura do século XX.

Esta reedição histórica, que preenche outra grave lacuna editorial, no caso, de mais de 40 anos, é absolutamente fidedigna ao texto original de 1963.

Além das imagens originais, totalmente retrabalhadas e ampliadas, acrescentaram-se novas imagens a cores do acervo pessoal do editor e tradutor, num totalmente novo projeto gráfico, nova capa e guardas internas a cores com imagens inéditas enriquecendo e atualizando este valioso registro da história da arquitetura moderna, que teve lugar, nos anos de 1917-1936, na antiga U.R.S.S.

Dirigida a todos os estudantes, arquitetos, historiadores e estudiosos da arte e da arquitetura do século XX.

terça-feira, 4 de novembro de 2008

CASULO


O Oi Futuro – instituto que conduz as ações de responsabilidade da Oi – e a Vinte Zero Um estão lançando o concurso Casulo, que vai escolher a obra de arte a ser exposta na fachada do prédio do Nave – Núcleo Avançado em Educação. A idéia é revelar jovens talentos, ocupando um espaço urbano inédito para exposição de projetos de arte: os 324 m2 da fachada do Nave, no Rio de Janeiro - Rua Uruguai, 204 – Tijuca – , por onde passam diariamente cerca de 40 mil pessoas. Quem pode participar do Casulo - Concurso de Arte Pública O concurso está aberto a todos os estudantes, artistas ou não, que poderão participar com trabalhos figurativos, abstratos, fotográficos, gráficos ou tipográficos ou qualquer outro tipo de representação visual, criados com a utilização de ferramentas digitais.
Fale com a gente: casulo@oifuturo.org.br